Achar um colchão ideal que não prejudique a sua coluna e que não te faça um ocioso da vida e mais difícil, mais relativo a análise e avaliação de informações do que comprar um sapato que vai em posição a sua estética, pois além de seus próprios estudos parte ter uma coerência do lojista em marketear o produto de forma realista e honesta - essa última está difícil heim!
Cada propaganda ardilosa, princípalmente para os leigos:
- " O mor, ions de prata são os broxe que vem junto?"
Acho que todo o político já foi ou deveria ser vendedor de colchões, pois pronuncía suas propostas de linha em fator ao que querem que os "clientes" se sustentem, aprovem, comprem e não se lembrem do nome deles quando der algo errado.
Fala-se entre o conclave científico de Hollywood que os filmes de ficção deveriam se ater a, no máximo, uma gafe científica por filme. Sugiro a importação dessa idéia para as lojas de cama, mesa & banho:
“Colchões que neutralizam sua eletricidade”?
Só se o terceiro pino da tomada da cama estiver aterrado.
“Íons de prata para evitar a transpiração”?
Para evitar fungos, talvez, mas nem mesmo o Surfista Prateado deve ser livre dos desodorantes prateados.
E, por fim, um colchão feito com o mesmo material da roupa selada de um astronauta possivelmente o mataria, já que a espuma de poliuretano visco-elástico — ou “material gostosinho dos infernos” realmente inventado pela NASA para acolchoados em aeronaves — exige tantos retardantes-de-chama na composição que o contato prolongado pode causar problemas respiratórios a longo prazo.
Então, da próxima vez pesquise mais sobre o seu futuro colchão pois afinal e você meu caro, que ira acordar nele e dirá: " hmmmm, que delícia... preciso ir ao banheiro".
